sexta-feira, 4 de julho de 2008

Dos retornos.

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E foi quase doído ver você soltar da mão, sair da roda e ir.
Ciranda aberta não gira e assim...
Feito pisca-pisca de Natal, que quando uma luzinha queima as vizinhas, não mais. Sabe?
Feito quando uma missanga, passa pelo nozinho de fio da pulseira e deixa as outras assim, meio frouxas. Ficamos.
Podia então, remendar, consertar, tampar com band-aid. Cortar o fio e dar outro nozinho. Mas não. Fica sempre marcado e nem.
Foi feliz demais ver voltar.
Me dá sua mão. Que a volta da viagem é quase sempre a melhor parte.
Vem.

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6 comentários:

violeta disse...

e a saia voltou a rodar...
=)
. feliz demais .

Morganna disse...

tem uma parte de um texto da rita apoena que é assim:
Mesmo quando o outro vai embora, a gente não vai. A gente fica e faz um jardim, um banquinho cheio de almofadas coloridas e pede aos passarinhos não sujarem ali porque aquele é o banquinho do nosso amor, o nosso grande amigo. Para que ele saiba que, em qualquer tempo, em qualquer lugar, daqui a quantos anos, não sei, ele pode simplesmente voltar, sem mais explicações, para olhar o céu de mãos dadas."

e eu acho bonito demais.
eu espero sempre. e construo jardins.

eu também tô feliz. de verdade. =)

MCI disse...

Espera, então:
Falamos da QUERIDA?
Falamos DELA?
Fico angustiado sem saber os motivos...
ELA está de volta?
Por favor, digam. Que é urgente que eu a ABRACE.
Beijos, meninas.

Be* disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Larissa Santiago disse...

simm, voltar e encontrar é sempre a melhor parte!!!

Cecília Braga disse...

Que coisa mais linda, Line.
beijos e beijos na alma.